domingo, 31 de março de 2013

Páscoa na Comunidade Luterana de Itoupava Seca

Na manhã deste domingo de páscoa, muitos sócios e participantes de grupos culturais do C.C. 25 de Julho  de Blumenau estiveram no culto da Igreja Luterana de Itoupava Seca - Martin Luther, igreja frequentada por muitos amigos do centro cultural.
O Culto ministrado pelos pastores Renato Creutzberg e o Pastor Reinert.
Também houve a posse da nova Diretoria da Igreja Martin Luther de Itoupava Seca. O Novo Presidente da Comunidade é o Sr. Ingo Gehrke, integrante da Diretoria do Coro Masculino Liederkranz e um dos mais assíduos coralistas. Também observamos a presença em sua diretoria do Sr. Fritz, grande amigo do Coro Masculino Liederkranz do C.C. 25 de Julho de Blumenau.

A manhã de Páscoa na Igreja Martin Luther 
Igreja Luterana de Itoupava Seca.


Crianças encontraram chocolate no jardim



Sr. Dieter Berner - Vice Presidente do C.C. 25 de Julho de Blumenau





Novo Pastor da Comunidade Renato Creutzberg e o Novo Presidente Sr. Ingo Gehrke

Sr. Gehrke, sua esposa Ingrid e sua netinha

Pastor Reinert e a equipe de apoio da Comunidade



Domingo de Páscoa na Comunidade...em família.

Reunião de Diretoria - amanhã

É importante a presença de todos os membros de diretoria, amanhã a partir das 19:00hs. 
Você que faz parte da Diretoria, juntamente com outros amigos, e não tem participado das últimas reuniões, sua presença é importante amanhã, dia 1 de Abril, no C.C. 25 de Julho de Blumenau - segunda Reunião Ordinária de Diretoria do ano de 2013. 
A Presidência está convocando  todos os membros da Diretoria para deliberar sobre assuntos importantes do C.C. 25 de Julho de Blumenau. 
Amanhã, na sede do centro cultural, a partir das 19:00h.






 








Atual equipe da Diretoria do C.C. 25 de Julho de Blumenau

Presidente
Hans Prayon

Vice Presidente
Dieter Walter C. Berner

1ª Secretária
Lidiane Schaade

2ª Secretária
Cynthia P.Emmendoerfer

1º Tesoureiro
Ronald Haas

2º Tesoureiro
Werner Annuseck

Diretoria Executiva – Suplentes 
Ellen Bettina D. Twardokus
Roswitha Ziel
Aneliese Schwertl

Conselho Fiscal
Ingo Gehrke
Stefan Ziel
Rolf Haas
Eido Odebrecht
Oswin Reistenbach
Juergen Koenig

Conselho Consultivo Vitalícios
Curth Bethe
Harold Letzow
Harry Dickmann
José Carlos Oechsler
Wilfried Volkmann

Conselho Consultivo Eleitos 
Günter Schroeder
Renate M. Rossmark
Paul König
Werner Frischknecht

Diretoria de Patrimônio
Oswin Reistenbach
Renate Rossmark
Rolf Mathias Haas
Ronald Haas

Diretoria Cultural
Alda Niemeyer
Artur Guilherme Schulze
Christa Nicolai
Harold Krueger
Herta Haas
José Carlos Oechsler
Marcio Luiz Keunecke
Roswitha Ziel
Wilfried Volkmann

Diretoria Social
Aneliese Schwertl
Angelina Wittmann
Carmen P.Emmendoerfer
Christa Nicolai
Ingo Gehrke
Odete Schulze

Diretoria de Comunicação
Angelina Wittmann
Cynthia P.Emmendoerfer
Dieter Berner
Fausto Emmendoerfer
Stefan Ziel

Diretoria Esportiva
Artur Guilherme Schulze
Günter Schröeder
Marco Antônio Rebello
Odete Schulze
Werner Annuseck
Werner Frischknecht

Diretoria Especial
Dieter Walter C. Berner
Rolf Mathias Haas
José Carlos Oechsler
Fausto Emmendoerfer


Estaremos lá para registrar, contribuir e trocarmos um abraço.

sexta-feira, 29 de março de 2013

quinta-feira, 28 de março de 2013

Domingo homenagem aos 191 anos de nascimento do Dr. Fritz Müller


CONVITE
Neste Domingo, 31 de março, Fritz Müller faz 191 anos de nascimento. Para homenagear este Naturalista a Fundação Cultural de Blumenau em Parceria com a Fundação Municipal do Meio Ambiente através do Museu de Ecologia Fritz Müller estará promovendo uma solenidade. Na ocasião serão depostas flores no túmulo de Fritz Müller e alunos da segunda série da Escola Barão do Rio Branco encenarão uma apresentação artística cultural.
 
Data: 01/04/2013
Horário: 10:00 h
Local: Cemitério da Paróquia Evangélica Luterana Blumenau
            Rua Amazonas, 119 - Centro
 
 

Blumenauer Volkstanzgruppe em ritmo de intercambio cultural


O Grupo Folclórico do C.C. 25 de Julho de Blumenau vem se preparando para sua excursão à Europa, cujo embarque acontecerá no próximo dia 05 de Junho. 
Os folcloristas do C.C. 25 de Julho de Blumenau estão ensaiando coreografias brasileiras especialmente para o momento de integração cultural, em algumas cidades de Unterfranken, Baviera - Alemanha e também da Áustria.


Fotos de Juliano Depiné

Dentro destas coreografias, dançarão algumas danças da tradição gaúcha  -  do estado vizinho - Rio Grande do Sul. Isto comprova que, a partir destas movimentações, a integração cultural já acontece em terras brasileiras.

Blumenauer recebeu um presente...
"...Com um trecho da música Coisas de Tchê, do grupo Tchê Barbaridade, gostaríamos de representar um pouco da nossa gratidão a um Gaúcho apaixonado por sua terra.
Sr. Rodrigo Landi Pereira nos presenteou com a bandeira do Rio Grande do Sul, para que o nome e a cultura de seu Estado possa ser levada em verso, prosa, música e dança nesta nossa viagem.

Que o gesto do Gaúcho que humildemente nos agracia com este presente possa encher de orgulho também o coração de todos os integrantes que representarão o seu Estado."    Adriana Bennertz - Folclorista do Blumenauer Volkstanzgruppe.
Fotografia do Livro que conta a história do C.C. 25 de Julho de autoria do
Wilfried Volkmann e Renate Rossmark - Em breve
Blumenauer Volkstanzgruppe na Alemanha com trajes do folclore gaúcho
Ano 2000



Blumenauer no C.C. 25 de Julho 
de POA  - em 2010


Nesta excursão de 2013, o Grupo Folclórico Blumenauer Volkstanzgruppe levará a bandeira do Rio Grande do Sul presenteada pelo Sr. Rodrigo Landi Pereira. Um abraço da equipe do Blog/Site... 

Lembramos também, que não somente um, mas há muitos C.C. 25 de Julho´s, no estado gaúcho, com muitos amigos que comungam das  mesmas tradições.


Coisas de Tchê 

Coisas de tchê é o chapéu
É o lenço atado ao pescoço
Uma ponta esparramada
No meio do alvoroço
É a bota, espada a chilena
Que desde de piazito rondo
É chimarrão de erva buena
Numa cuia de porongo

Coisas de tchê é a bombacha
Também vestido de prenda
É o churrasco é a cachaça
No balcão de alguma tenda
É o gaúcho que se expande
No culto da tradição
É o amor pelo rio grande
Guardado no coração

Vivo cantando o rio grande
Precisa explicar porque
Sou gaúcho e tenho orgulho
De ser chamado de tchê.

Em breve, aguardamos mais novidades sobre este grande congraçamento internacional entre o grupo cultural  e amigos, conquistados vias cultura, da Europa.


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quarta-feira, 27 de março de 2013

Museu de Frankfurt examina ideais clássicos de beleza na arte

Deutsche Welle

Mostra "Beleza e Revolução", em Frankfurt, rastreia os ideais do belo da Antiguidade e mostra como eles ainda se refletem nos dias de hoje. Da publicidade e moda à cirurgia plástica


Ao procurar na internet pelo conceito "beleza na arte", chega-se logo ao site de um salão de beleza. Isso é sintomático. Em vez de história da arte, cultura e estética, os usuários de nossos dias se deparam em primeiro lugar com as ofertas de uma firma de wellness: o tema beleza é hoje onipresente, no universo das amenidades, da televisão, da internet, da publicidade.
Afinal de contas, o assunto não apenas permeia o quotidiano das pessoas numa dimensão espiritual, mas modifica seus corpos, no sentido mais literal do termo. Cada vez mais gente se submete a cirurgias plásticas estéticas, numa tentativa de se aproximar o máximo possível de um ideal de beleza aparentemente definido de forma absoluta.

A arte pode dar respostas?

Mas: o que é beleza? Quais são suas fontes? Qual concepção de beleza é disseminada? As respostas estão na arte e na cultura? Uma exposição no Museu Städel, em Frankfurt, investiga a origem dos ideais de beleza neoclássicos e românticos.
Volta à Antiguidade: 'Pátroclos', de Jacques-Louis David
Embora Beleza e Revolução não tenha como meta primeira identificar quais dos antigos ideais de beleza mantiveram sua relevância na modernidade, ela é bastante reveladora para o visitante contemporâneo. Pois a mostra conscientiza que a arte sempre refletiu sobre a beleza, projetando-a na tela ou posicionando-a no espaço.
A arte tanto estabelecia ideais quanto os reproduzia. Essa era uma de suas principais funções. "Durante séculos, a arte foi a instância do belo", escreveu o crítico Hanno Rautenberg por ocasião de uma exposição em Karlsruhe sobre cultos de beleza na arte contemporânea. A arte "era considerada a própria beleza. Suas imagens marcaram as nossas imagens de uma feminilidade casta ou exuberante, de masculinidade soberba ou frágil".

Em busca do ideal

A mostra em Frankfurt destaca agora os períodos neoclássico e romântico na Alemanha (aproximadamente de 1785 a 1835). "Como sempre, trata-se da busca de um ideal. O termo já oculta em si o problema: é aquele pequeno ou grande 'a mais', além do que é dado pela natureza", explica Eva Mongi-Vollmer, curadora da exposição, em entrevista à Deutsche Welle.
David Beckham e Armani: ideal de beleza na indústria da moda
"A satisfação com o estado natural segue irrealizada, o anseio de atingir um ideal continua vivo", comenta. É o anseio do ser humano pelo aparentemente perfeito, pela "beleza definitiva". Algo que sempre houve, desde a Antiguidade greco-romana, passando pelo final do século 18 e épocas posteriores – até hoje.
Evidentemente é ampla a gama de manifestações do belo na história da arte. Os conceitos de beleza estavam em permanente transformação, tanto na sociedade quanto na arte. Antigamente a adiposidade era "bela". Na Antiguidade, o corpo idealizado era a medida de todas as coisas, como demonstram esculturas gregas e romanas famosas. O ideal de beleza dessa era marcou fortemente as cabeças modernas. Um exame da publicidade atual dos salões de beleza e do setor da moda revela com frequência representações e medidas próprias da Antiguidade.

Às vezes gordo, às vezes magro...

Na Idade Média, porém, nem sempre foi assim. Às vezes dominavam as formas mais esbeltas, às vezes as bem rechonchudas. Também no Renascimento e o Barroco os acentos variaram muito. Até quem não tem interesse por arte, sabe reconhecer as formas roliças características do pintor flamengo Peter Paul Rubens (1577-1640).
Obra do barroco Rubens: inconfundíveis figuras roliças
O Classicismo e o Romantismo resgataram as imagens da Antiguidade. E foi sobretudo o historiador de arte alemão Johann Joachim Winckelmann a alçar ao pedestal o estilo artístico dos gregos e romanos, com sua"Bíblia do Classicismo" A história da arte da Antiguidade. Uma influência que não se limitou às fronteiras nacionais, pois o texto foi traduzido em diversas línguas, encontrando ampla divulgação na Europa.
"De fato, a Antiguidade era considerada intocavelmente bela", diz Mongi-Vollmer. "Na concepção de arte da época, a beleza era a verdadeira meta de toda criação artística. Mas a beleza não era apenas aquela que se podia ver com os próprios olhos, no contexto individual, fossem pessoas, paisagens ou espaços. A beleza era um ideal que, em sua forma mais elevada, não existia na natureza. Ou seja, era antes uma ideia de beleza. E a partir dessa ideia criavam-se as obras de arte", explica a curadora.

Beleza = kitsch?

No século 20, os ideais de beleza foram se tornando cada vez mais diferenciados, chegando-se até à dissolução de todos os padrões. Pablo Picasso e outros artistas se deleitaram em destruir a unidade de corpo, espírito e beleza. E hoje, pelo menos em certos meios modernistas, a beleza clássica é vista por como algo suspeito, a um passo do kitsch e da mera decoração.
Entre a Antiguidade e o Romantismo: Karl Friedrich Schinkel
Entretanto, apesar de todo o movimento de oposição moderno, apesar de todo o ceticismo quanto à beleza e do retorno aos valores interiores, algo parece ter se preservado: "Ainda que imaginemos sermos livres e autodeterminados, na realidade nós apenas seguimos os instintos de beleza mais primordiais", postula o crítico de arte Hanno Rautenberg.
Costuma-se esquecer que, ainda hoje, setores econômicos inteiros – quer se trate da indústria de cosméticos ou da cirurgia plástica – se baseiam nas imagens idealizadas da beleza clássica e antiga, vendendo-as e comercializando-as. Neste sentido, é bom que exposições como a do Museu Städel de Frankfurt relembrem de vez em quando essas raízes, geradas na arte e na cultura.

Data 21.03.2013
Autoria Jochen Kürten (sv)
Edição Augusto Valente



Ostereier



 




Eine Tradition unserer Vorfahren.


Páscoa - Tradição da cultura germânica

Osterdorf - Vila Germânica - 2013

Estamos há menos de uma semana do domingo - dia no qual é comemorada a páscoa, entre os cristãos do planeta.
Relembrando uma postagem antiga...
Qual a origem da Festa da Páscoa?
Vamos a "Um pouco de História...a Páscoa"


Vamos refletir um pouco do sobre significado primitivo  e de como surgiu as comemorações alusivas a esta data, dentro da cultura dos antepassados alemães que vieram para a região do Vale do Itajaí e para outras regiões do Brasil e do mundo. Muitos dos descendentes destes, comemoram e repetem a tradição da páscoa dentro do seio de sua família (Sem considerar o aspecto Consumo), como já era praticada na casa do Opa e da Oma, mas não tem conhecimento de sua origem.

Por volta de 1800 AC, existia um povo que vivia próximo ao Mar Báltico - que imigrou para outras regiões da Europa, onde está situado o atual território da Alemanha e partes de países vizinhos deste. Este povo era conhecido com os Germanos. Séculos de História, mais tarde, seus descendentes migraram para outros continentes do planeta.
Os Germanos/Celtas e seus descendentes, cultuavam a natureza e tinham uma mitologia própria (mitologia germânica/céltica)- apresentada no Blog do C.C. 25 de Julho de Blumenau (Para saber mais - ler Link´s sugeridos no final do post). Suas festividades, para este período do ano, eram dedicadas à deusa da primavera - Ostara
Neste tempo, de acordo com a tradição - as famílias coloriam ovos cozidos, faziam pão doce (Bolo) e grandes fogueiras.
Mais tarde, em torno do século VIII, com a chegada do cristianismo à região - romanos, estas festividades foram "ajustadas" às festas cristãs e então, propagadas pelo mundo com outra essência.
Na Alemanha, a tradição cristã da Páscoa, como a comemoração de ressurreição de Jesus, onde a morte não é percebida como fim, mas sim como o recomeço de uma nova vida, tem ligações estreitas com elementos da mitologia germânica.

Já postamos a História dos Irmãos Grimm e seu legado referenciando a cultura germânica.(Para saber mais - ler o Link  na lista do final do post).
Jacob Grimm (O irmão mais velho) explicou em um texto de sua autoria, que o próprio termo alemão à Páscoa – Ostern, deriva de Ostara – deusa germânica da primavera.
Jacob Grimm
"...A primeira das grandes festas germânicas da primavera - representando a vitória do sol aquecedor sobre as trevas e o frio do inverno, é a Ostern. Ela somente foi equiparada à festa de ressurreição de Cristo pela Igreja na Idade Média".
Jacob Grimm - livro sobre a mitologia germânica.


Na mitologia grega, o coelho representava a fertilidade. Ficou conhecido como "coelho da Páscoa" no norte da Alemanha somente há cerca de cem anos. Mitologicamente, o coelho é o animal sagrado atribuído tanto a Afrodite, a deusa do amor na mitologia romana, como para a deusa Ostara da mitologia germânica.
              
Ostara e  o coelho
A região que conhece, a mais tempo, a lenda dos ovos trazidos pelo coelho da Páscoa é a região sul da Alemanha. Segundo pesquisadores, os registros mais antigos sobre o fato, são do ano de 1678. O pesquisador Heidelberg G. F. Von Franckenau, afirma que o hábito do coelho que trás ovos de Páscoa tenha surgido a mais de 300 anos na Alsácia (França), no Palatinado e no Alto Reno (Alemanha). Na região, coelhos e lebres se multiplicavam na primavera – a Páscoa tem data coincidente com a primavera no Hemisfério norte – Então é dito, que os padrinhos das crianças teriam inventado uma caçada ao coelho, na qual as crianças encontravam os ovos coloridos escondidos nos parques e jardins.

Alois Döring
Já para o pesquisador de Bonn  - Alois Döring,  um dos símbolos mais conhecidos desta época do ano, o coelho dos ovos foi uma invenção protestante. Segundo o pesquisador tem a ver com as diferenças entre católicos e protestantes no período.
"Crianças católicas sabiam que na Páscoa poderiam voltar a comer ovos, que durante a Quaresma eram proibidos. Mas como explicar às crianças protestantes por que, de repente, havia tantos ovos na Páscoa?", explica Döring. Ele diz ainda que foi por isso que os protestantes criaram as histórias do coelho que distribuía, de casa em casa, os ovos acumulados durante o período. Ele diz:
“... o coelho era um símbolo da fertilidade – o que, aliás, não explicava como o animal, na condição de mamífero, tinha tantos ovos.”

O pesquisador prossegue dizendo que contra os ovos em si, os protestantes não tinham nada. Os ovos para todos, sempre foram tidos como símbolo de vida nova e, assim sendo, da ressurreição de Jesus Cristo. Ele afirma ainda, que a tradição de pintar, decorar e presentear os ovos já existia há muito tempo.
Antes dos ovos de chocolate enrolados em papel colorido, portanto era a tradição colorir ovos de galinha cozidos. No café da manhã do sábado ou no domingo de Páscoa, não se podia faltar ovos coloridos nas casas de cultura alemã. Aqui em Blumenau,  se perguntarmos aos mais antigos, poderão confirmar a existência de tal hábito, uma tradição muito comum entre os primeiros imigrantes alemães e seus descendentes que também se presenteavam entre si com ovos de galinha cozidos coloridos .

"Antigamente, era comum pintar os ovos apenas de vermelho, para simbolizar tanto a cor do sangue de Cristo quanto a do amor que ele nutria pela humanidade. Isso ainda é assim na Igreja Ortodoxa. E a decoração servia para distinguir os ovos bentos dos não bentos durante a Páscoa." Alois Döring

Frohe Oestern!